Por que frango in natura?
O que quer dizer, o que o Ministério da Saúde recomenda e o que os estudos mostram. Em palavras simples, com as fontes.
O que é frango in natura
É o frango natural. O nosso vem só com frango: sem tempero, sem conservante, sem nada adicionado. Ele é limpo, cortado se você quiser e congelado para chegar bem na sua casa.
O Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, separa os alimentos em grupos. Carne que só foi limpa, cortada e congelada, sem adição de sal, açúcar, óleo ou aditivos, fica no grupo dos alimentos in natura ou minimamente processados. Ou seja: o nosso frango não é processado nem ultraprocessado.
O que o Ministério da Saúde recomenda
A "regra de ouro" do Guia Alimentar é fazer dos alimentos in natura e minimamente processados a base da alimentação, e evitar os ultraprocessados.
Ultraprocessados são produtos feitos pela indústria com ingredientes que a gente não usa em casa, como estabilizantes, aromatizantes e espessantes. Exemplos: empanados, nuggets, salsicha e refeições prontas congeladas.
O que os estudos mostram
Uma revisão publicada em 2024 na revista médica BMJ juntou 45 análises, com quase 10 milhões de pessoas. Comer mais ultraprocessados foi associado a mais risco de 32 problemas de saúde. As evidências mais fortes foram: cerca de 50% mais risco de morte por doença do coração e 12% mais risco de diabetes tipo 2.
A Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, da Organização Mundial da Saúde, classifica carne processada (como salsicha, presunto e embutidos) como causadora de câncer de intestino. Cada 50 g por dia aumentam esse risco em 18%.
E no bolso?
Em setembro de 2026, um empanado de frango de 300 g custava de R$ 9,99 a R$ 11,99 em supermercados do Rio: de R$ 33 a R$ 40 o quilo, e esse quilo é dividido com farinha, gordura e aditivos. O nosso frango inteiro sai por cerca de R$ 16,63 a R$ 17,82 o quilo, e é só frango.
Importante
Nenhum alimento sozinho garante saúde. As informações acima falam de grupos de alimentos, com base nas fontes abaixo, e não substituem a orientação de um profissional de saúde.
